2 de agosto de 2021

Prefeito de Pio XII impõe perseguição velada a professores do município

Aurélio da Farmácia, prefeito de Pio XII-MA

O prefeito de Pio XII, Aurélio da Farmácia, junto com seu irmão Almeida, Prefeito de Igarapé do Meio, (ambos PL) empreitaram uma verdadeira 
“perseguição orquestrada” aos funcionários públicos do município. 

Dentre as atrocidades vividas pelos servidores efetivos piodozenses destaca-se à redução e retenção de salários, remanejamentos, intimidações, processos administrativos disciplinares, indução a pedido de licenças sem remuneração, exonerações, e até demissões. Uma das vitimas é o do professor Laestro Pereira, concursado desde 2001, formado pela Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), especializado em Língua portuguesa, é ex-vereador, ex-sindicalista e principal defensor do Plano de Carreira dos professores de Pio XII, aprovado em 2010. Também contribuiu com à implantação do Plano de Carreira dos professores do município de Santa Inês, com um histórico do mais combativo líder sindical da história de Pio XII. 

Professor Laestro Pereira

Após ter o salário do mês de Dezembro, retido pela atual administração, o servidor fez várias tentativas de resolver o caso privativamente, porém sem sucesso, passou a postar vídeos cobrando o pagamento do referido salário. Por conta dessa atitude, o prefeito de Pio XII, inspirado na gestão autoritária do seu irmão Almeida, Prefeito de Igarapé do Meio - abriu sindicância para punir o Professor com à demissão do cargo público. Um verdadeiro "Presente de grego" em 23/06/2021, dia do aniversário do demitido.

O Professor Laestro Pereira entrou com um mandato de segurança na justiça para reaver seu cargo, uma vez que, o processo Administrativo disciplinar teria motivação política e pessoal. O educador se declara inocente e, diz que o prefeito está mau orientado que, se tornou tão ruim quanto seu irmão e, que Aurélio virou “O garoto propaganda” de Almeida.

Almeida, prefeito de Igarapé do Meio

É vexatório e inadmissível se deparar com situações arcaicas de perseguições sanguinárias a servidores públicos em pleno século XXI. Onde novos gestores se utilizam de covardes meios para impor à mordaça e cabresto político.

Cabe à justiça realocar de forma urgente o servidor, além de punir o referido gestor com os rigores da Lei, incluindo reparos à imagem do professor. Já o Ministério Público, através de seu representante intervir com veemência, no intuito de coibir novas perseguições e, pedir inclusive o afastamento do prefeito, pelo suposto ato de improbidade administrativa.

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