21 de abril de 2016

Estrada vicinais "INTRAFEGÁVEIS" isolam zona rural de Olho d'Água das Cunhãs

Estradas vicinais de Olho d'Água das Cunhãs-MA
Com a popularidade nas "Nuvens" especialmente nos jornais e revistas que percorrem o estado em busca de "noticias políticas" em troca de quantia estratosféricos, o prefeito de Olho d'Água das Cunhãs Rodrigo Oliveira, anda tão empolgado com a "fama" que esqueceu de mandar arrumar as estradas vicinais que ligam a zona rural à sede do município, antes das chuvas, e olha que o verão foi generoso, ao se prolongar até praticamente metade da  temporada das chuvas, ou seja, não dá pra botar a culpa em São Pedro.

O calvário dos moradores da zona rural, embrenha o tempo e continua, tendo em vista, que já estamos praticamente no final do 4º mês do último ano de governo da atual gestão.

A população dos povoados Barraquinha da Linha, Igarapé das Palmeiras, Guabiri, Limoeiro da Mata, Centro dos Lopes, Novo Oriente e Curimatá, estão praticamente isolados do restante do município. E Olha que esse inverno tem sido espalhado, como não costuma ser na nossa região. 

Já os povoados de Limoeirinho, Barraquinha Torquatro, Francelina, Condave, Piabanha e Canela dos Ferreiras, oferece grandes dificuldades para quem precisar fazer o trajeto de ida e volta em dias de chuva ou posteriores. Há poucos dias, um ônibus escolar, atolou feio nas proximidades do Canela dos Ferreiras, gerando transtornos aos pais e alunos.

As estradas vicinais de Guabiri e Igarapé das palmeiras, foram iniciadas, mas não concluíram. Deixaram o inverno chegar, a população das duas comunidades estão isoladas do resto município. Em Igarapé das Palmeiras, as máquinas do PAC e outras alugadas pelo município, ao invés de concluir à estrada, teriam feito 05 (cinco) açudes na propriedade do sogro do prefeito, como informaram moradores indignados. Já no Povoado Limeiro da Mata, também ilhado, fizeram a ponte, mas não fizeram terminaram o serviço. Os recursos de alguns convênios, teriam sido liberados, mas na prática, às estradas ficaram no papel. Onde começaram e não terminaram, o dinheiro foi, literalmente jogado na lama.

Após entrar no quarto ano da gestão Rodrigo Oliveira, a maioria das comunidades, continuam em total estado de abandono, alias palavra que pode se utilizar para um monte de itens da atual gestão, como estradas, praças, ruas, hospital, esporte, sistemas de abastecimentos de água e infelizmente muitas outras coisas. Quem sai como principal prejudicado disso tudo, é o nosso povo. 

Felizmente este é ano de eleição, onde os prefeitos prometem mundos e fundos, na tentativa desesperada de se reeleger, mas o mesmo povo "abandonado" usará à máquina da justiça (Urna eletrônica), para dar a resposta a altura.

No tocante, aos convênios mal aplicados, o MP através de seus representantes, devem se encarregar de pedir ao gestor, respostas convincentes, e assim repassa-las às comunidades diretamente atingidas.

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