15 de janeiro de 2014

Ex-vereador de Olho d’Água cai no golpe do “Falso Sequestro”

O comerciante e ex-vereador Raimundo Malaquias, caiu no Conto do vigário, e caiu no famoso golpe do “Falso sequestro”. Após receber uma ligação, cobrando a quantia de 10 mil reais, pela liberdade e a vida da filha, agiu rápido, temendo pela integridade física da jovem, á vitima conseguiu levantar e depositar a quantia de R$ 3.00,00 (Três mil reais) na conta dos meliantes, na lotérica da caixa, depois de ter sofrido torturas psicológicas.
Ex-vereador Raimundo Malaquias

Somente após o deposito, Malaquias resolveu tentar fazer contato a filha, que o atendeu prontamente e negou qualquer situação de perigo. Imediatamente retornou a lotérica e tentou resgatar o dinheiro, mas foi avisado, pelo dono, que era impossível, tendo em vista, que o deposito foi efetuado em conta corrente.

Outra vítima:

Um conhecido professor de Olho d’Água caiu no golpe do “Parente com carro no prego”.

Veja como os bandidos agem:

Os meliantes ligam, dizem ser um parente e pedem pra você adivinhar quem é? As vítimas em potencial, geralmente dizem o nome de vários parentes tentando acertar, é ai que os bandidos se passam por um dos citados, e está numa cidade próxima, mas o carro está numa oficina com defeito. Então, pedem emprestado o valor ao parente para pagar o concerto e prosseguir até a casa da vítima, onde pagará.

O ex-candidato a prefeito João Lopes (PT) recebeu a ligação dos bandidos, um deles tentou se passar por sobrinho do mesmo, mas o petista entrou em contato com a filha, que havia falado, minutos antes com o primo, e desarmou a arapuca, onde o pai fatalmente cairia, se não fosse a ligação, tamanha a malandragem dos golpistas. 

Tome cuidado, parece um golpe manjado, mas, os bandidos conseguem manipular as mais espertas vítimas e arrancam o dinheiro.

Caso você tenha sido vítima de golpes, como: Falso sequestro, falso sequestro relâmpago, carro com defeito, parente sem dinheiro e outros. Entre em contato imediatamente com a pessoa citada, e em seguida com a polícia, repasse os dados dos bandidos, como: Números de telefone usados no golpe, número de agencia e conta bancaria dos vigaristas.

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