6 de julho de 2013

Marcos Regadas é apontado como mandante da morte de Décio Sá

O empresário Marcos Regadas
Do blog do Neto Ferreira

Em carta enviada ao secretário de Segurança Pública, Aluísio Mendes, o empresário Júnior Bolinha, preso por ter sido apontado pelo pistoleiro Johantan Silva, como mandante do assassinato do jornalista Décio Sá, envolve o nome do dono da construtora Franere, Marcos Regada, no crime de que foi vítima o blogueiro, dia 23 de abril de 2012.

Na carta, Bolinha nega participação nas mortes do jornalista e do agiota Fábio Brasil, em Teresina, e conta o local onde houve uma reunião para decidir a morte de Sá.

Com letras praticamente ilegíveis, escrita à mão, o empresário diz que participaram da reunião em um restaurante no Araçagy diversas pessoas conhecidas e entre elas o empresário Marcos Regada.

No sábado anterior, o blog já havia publicada em primeira mão que um empresário forte do setor da construção civil estaria envolvido na morte do jornalista e não revelou o nome para não atrapalhar as investigações. (Reveja aqui!)

Conforme fontes do blog, o restaurante teria sido o Berro, no Araçagy, e do encontro teriam participado Gláucio Alencar, o pai Miranda, Júnior Bolinha e Marcão da Franere e mais outras cinco pessoas.

O caso foi sim investigado pela polícia civil, mas não se tem conhecimento das razões do recuo. O blog soube também que havia uma linha de investigação feita pela Polícia Federal sobre o caso, mas não confirmada.

Durante o almoço, no intervalo das audiências no Fórum Desembargador José Sarney, Bolinha ameaçou jogar merda no ventilador e contar tudo que sabia e demonstrou irritação pelo fato de ficar sozinho e não receber ajuda do empresário.

O empresário da Franere tinha diferenças com o jornalista por causa\das sua publicações que atingiam o lado dos negócios e até familiares.

O Neguinho, que foi a pessoa responsável pela contratação do pistoleiro Johantan Sousa seria conhecido e teria até trabalhado com para Marcão. Fabio Capita, assíduo frequentador da casa do empresário da Franere, era o responsável pela segurança quando Marcão realizava festas.

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