20 de setembro de 2010

Vale abre vagas para Estrada de Ferro Carajás no Pará e Maranhão

A Vale iniciou inscrições para mais de 500 vagas no Pará e Maranhão para atuar na Estrada de Ferro Carajás (EFC). Há oportunidades para pessoas com curso técnico e curso superior. A maior parte das vagas é para a função de mecânico. As inscrições podem ser feitas pelo site www.vale.com/oportunidades.


As vagas disponíveis são para Engenheiros com especialidade em Mecânica, Elétrica, Produção, Civil e Eletrônica; e para Técnicos em Mecânica, Eletromecânica, Telecomunicações, Estradas, Edificações, Eletrônica e Eletroeletrônica. As oportunidades estão distribuídas entre as cidades paraenses de Marabá e Parauapebas; e as cidades maranhenses de Açailândia, Nova Vida, Santa Inês, São Luís, São Pedro da Água Branca e Vitória do Mearim.

Para candidatar-se aos cargos técnicos é necessário comprovar escolaridade e certificado de conclusão do curso. Para os cargos de nível superior é exigido comprovação de escolaridade e diploma. Como forma de valorizar a mão-de-obra regional, este processo está aberto aos canditatos residentes no Maranhão e Pará somente. O processo seletivo contará com triagem de currículos, avaliação psicológica, entrevista técnica, exames médicos e análise de documentos. Os candidatos selecionados terão benefícios como assistência médica e odontológica, transporte, alimentação, seguro de vida.

Estrada

A EFC começou a ser construída em 1982 para transportar minério de ferro e manganês da mina de Carajás, no Pará, até o Terminal Portuário de Ponta da Madeira, em São Luís, no Maranhão, que também pertence à Vale. O trem de minério começou a operar em 1985 e o de passageiros, em 1986.

Para aumentar a capacidade da EFC, trafega pela ferrovia o maior trem do mundo, com 330 vagões e 3,3 km de extensão. Em 1985, os trens da EFC transportavam até 160 vagões. Três anos depois, a ferrovia já operava trens com 180 vagões. Em 1994, o maior trem possuía 202 vagões. Em 2007, as melhorias realizadas ao longo dos anos permitiram que a ferrovia alterasse seu modelo operacional, passando a operar o maior trem do mundo.

Fonte: O Imparcial

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